
RIO - O ex-presidente argentino Néstor Kirchner morreu na manhã desta quarta-feira, aos 60 anos, após sofrer uma parada cardiorrespiratória, segundo informações divulgadas pela imprensa de Buenos Aires. Kirchner, que tinha histórico de problemas no coração, estava na cidade de El Calafate, na Patagônia, com a esposa e presidente do país, Cristina, quando passou mal e foi levado a um hospital, mas não pôde ser reanimado pelos médicos.
O corpo do ex-presidente será levado para Buenos Aires na quinta-feira pela manhã para, na parte da tarde, ser velado na Casa Rosada, como informa o jornal local "La Nación". O enterro do político pode ser na sexta ou no sábado na província de Santa Cruz, a mesma onde nasceu e morreu.
Antes de ir para Buenos Aires, o corpo deve ser velado ainda está tarde em El Calafate, na presença da família e das pessoas mais próximas a Kirchner.
No último ano, Kirchner precisou ser internado de urgência pelo menos duas vezes. Os médicos haviam recomendado uma mudança no seu estilo de vida agitado para evitar mais complicações cardíacas. Em 11 de setembro, Kirchner foi submetido a uma angioplastia , em hospital de Buenos Aires, tendo alta no dia seguinte. Na ocasião, o ex-presidente recebeu o implante de um stent para melhorar o fluxo sanguíneo. Ele era apontado como um dos favoritos para a eleição presidencial argentina de 2011.
O corpo do ex-presidente será levado para Buenos Aires na quinta-feira pela manhã para, na parte da tarde, ser velado na Casa Rosada, como informa o jornal local "La Nación". O enterro do político pode ser na sexta ou no sábado na província de Santa Cruz, a mesma onde nasceu e morreu.
Antes de ir para Buenos Aires, o corpo deve ser velado ainda está tarde em El Calafate, na presença da família e das pessoas mais próximas a Kirchner.
No último ano, Kirchner precisou ser internado de urgência pelo menos duas vezes. Os médicos haviam recomendado uma mudança no seu estilo de vida agitado para evitar mais complicações cardíacas. Em 11 de setembro, Kirchner foi submetido a uma angioplastia , em hospital de Buenos Aires, tendo alta no dia seguinte. Na ocasião, o ex-presidente recebeu o implante de um stent para melhorar o fluxo sanguíneo. Ele era apontado como um dos favoritos para a eleição presidencial argentina de 2011.